Portugal tem uma relação histórica com o cacau — foi através dos navegadores portugueses que o cacau chegou à Europa. Hoje, uma nova geração de produtores está a resgatar essa herança com uma abordagem moderna e rigorosa: o movimento bean-to-bar.
O que é o chocolate bean-to-bar?
Bean-to-bar significa que o produtor controla todo o processo — desde a seleção dos grãos de cacau até à tablete final. Nada de massa de cacau industrial. Cada lote é único, com carácter próprio, como um vinho de quinta.
O que distingue o chocolate artesanal português?
- Seleção rigorosa de origem — grãos de cacau escolhidos por qualidade e sustentabilidade.
- Produção em pequena escala — atenção ao detalhe impossível na indústria.
- Ingredientes locais e premium — como a Flor de Sal algarvia ou frutos portugueses.
- Transparência e raçtreabilidade — sabes exatamente o que estás a comer e de onde vem.
A Trijolo: um exemplo de excelência
A Trijolo é uma das marcas que melhor representa este movimento em Portugal. As suas tabletes de 200g combinam cacau de qualidade com ingredientes cuidadosamente selecionados — nibs, Flor de Sal, tangerina — resultando em chocolates com identidade própria e sabor inconfundível.
Na Garrafeira Canhoto, curadória é tudo. Tal como selecionamos vinhos com carácter e proveniência, escolhemos chocolates que partilham os mesmos valores: autenticidade, qualidade e prazer genuinamente português.
Porque o bom gosto não tem fronteiras — mas tem origem.